[ Shichinin No Samurai (or The Seven Samurai)(Akira Kurosawa) + The Magnificent Seven (John Sturges) + Bugs Life (John Lasseter - Pixar) ]
Sunday, March 30, 2008
Funny trilogies to fill in your afternoon:
[ Rashomon (Akira Kurosawa) + The Killing (Stanley Kubrick) + Pulp Fiction (Quentin Tarantino) ],
Saturday, March 29, 2008
Nelsinho
O grande acontecimento do século foi a ascensão espantosa e fulminante do idiota.
N.Rodrigues
(estou me repetindo, mas continuo concordando)
N.Rodrigues
(estou me repetindo, mas continuo concordando)
Wednesday, March 19, 2008
Saturday, March 08, 2008
plágio
Tempos atrás escrevi sobre cópias e plágios - http://mymemine.blogspot.com/2005/11/trabalho-de-encomenda.html.
Bem, ano passado fui 'vítima' de uma dessas tentativas.
Vinha lendo o trabalho quando me deparei com uma sentença no feminino da primeira pessoa... mas o autor era ele...
Peguei a sentença e a joguei no Google... tic tic e me veio não só o parágrafo completo, mas todo o capítulo.
Voltei ao início do volume e lá estava: Parágrafo por parágrafo, página a página, capítulo após capítulo, as duzentas páginas do trabalho.
Mesmo a descrição do objeto de estudo não passava de uma nada sutil alteração do texto original de um trabalho publicado no Paraná, 2004.
::><: .: :.
Hora e meia atrás, conversava com um velho amigo de Juiz de Fora ao telefone. Ele me dizia: Cansei dessa mania de relativização geral. Pode ser uma questão cultural, mas canibal é canibal e não convido nenhum para almoçar aqui em casa. E pronto!
Concordo com ele.
Estamos indo longe demais com nossa insistência em compreender o outro, o alheio.
Cópia é cópia, e cópia é roubo, e roubo não é uma questão cultural. É roubo em praticamente todas as culturas.
Claro, outra parte do problema está na lenda cada vez mais disseminada de que é na prática que se aprende.
A imensa quantidade de informações e técnicas que assimilamos, se dependessem de prática, nos tomaria alguns séculos...
É isso, então.
Canibal é canibal, ladrão é ladrão e ignorante é ignorante.
E pronto!
Bem, ano passado fui 'vítima' de uma dessas tentativas.
Vinha lendo o trabalho quando me deparei com uma sentença no feminino da primeira pessoa... mas o autor era ele...
Peguei a sentença e a joguei no Google... tic tic e me veio não só o parágrafo completo, mas todo o capítulo.
Voltei ao início do volume e lá estava: Parágrafo por parágrafo, página a página, capítulo após capítulo, as duzentas páginas do trabalho.
Mesmo a descrição do objeto de estudo não passava de uma nada sutil alteração do texto original de um trabalho publicado no Paraná, 2004.
::><: .: :.
Hora e meia atrás, conversava com um velho amigo de Juiz de Fora ao telefone. Ele me dizia: Cansei dessa mania de relativização geral. Pode ser uma questão cultural, mas canibal é canibal e não convido nenhum para almoçar aqui em casa. E pronto!
Concordo com ele.
Estamos indo longe demais com nossa insistência em compreender o outro, o alheio.
Cópia é cópia, e cópia é roubo, e roubo não é uma questão cultural. É roubo em praticamente todas as culturas.
Claro, outra parte do problema está na lenda cada vez mais disseminada de que é na prática que se aprende.
A imensa quantidade de informações e técnicas que assimilamos, se dependessem de prática, nos tomaria alguns séculos...
É isso, então.
Canibal é canibal, ladrão é ladrão e ignorante é ignorante.
E pronto!
Thursday, March 06, 2008
Gente completamente fora de si
Algumas vezes por semana. levo e busco meus filhos na Escola Viva, na Vila Olimpia.
A escola é muito bacana, começou como uma iniciativa de educação artítica para crianças e hoje tem até o Fundamental. E tornou-se conhecida e famosa e querida e procurada pelos abastados pais e mães de classe média alta de nossa vila medieval.
Claro que o movimento de leva e trás das crianças cria algumas perturbações no trânsito, mas as vezes a coisa pega e alguém exagera...
Olha que gracinha essa pessoa fez, na contra-mão e sobre a faixa de pedestres...


A escola é muito bacana, começou como uma iniciativa de educação artítica para crianças e hoje tem até o Fundamental. E tornou-se conhecida e famosa e querida e procurada pelos abastados pais e mães de classe média alta de nossa vila medieval.
Claro que o movimento de leva e trás das crianças cria algumas perturbações no trânsito, mas as vezes a coisa pega e alguém exagera...
Olha que gracinha essa pessoa fez, na contra-mão e sobre a faixa de pedestres...


Tive ímpetos de parar o carro, descer e intimar a cidadã, mas me contive e apenas fotografei.
Tuesday, March 04, 2008
coisa pública

De novo, coisa pública.
Vinha caminhando por higienópolis...
Tem uma banca de jornal, ali no início da Maranhão, saindo da Itambé.
A banca ocupa 2/3 da calçada pública.
Em outras partes da cidade, outras bancas obstruem quase completamente a passagem de pedestres.
Em outras partes da cidade, outras bancas obstruem quase completamente a passagem de pedestres.
Cadeirantes ? Como assim ?
...xx.x.....:::><
Um colega observa que na Champs-Elysees há barraquinhas de todos os tipos: jornaleiros, flores... tsk, tsk! A calçada tem uns 15 metros...
Monday, March 03, 2008
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